Na próxima
quarta-feira, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
realiza uma audiência, às 14h, para ouvir os relatos de pessoas que deixaram de
ser gays. São os “ex-gays”, se é que o termo existe. Na realidade, será o
momento, segundo informa a Câmara dos Deputados, “para ouvir o depoimento de
pessoas que deixaram de ser gays e discutir seu posicionamento e os problemas
enfrentados na sociedade”. Essa é uma reprodução na íntegra de um texto da
Agência Câmara.
O debate na Câmara foi sugerido pelo deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que acredita, como informa a Agência Câmara, que “as pessoas que deixaram a homossexualidade sofriam preconceito e discriminação enquanto homossexuais, e, após a mudança de orientação e/ou condição sexual, passam a sofrer duplo preconceito”. O deputado quer garantir que “ex-gays” (ou seriam bissexuais?) tenham proteção do estado, já que seriam vítimas de preconceito e, agora, reintegradas ao mundo da heterossexualidade, merecem ser incluídas no arcabouço jurídico do país.
Dos oito convidados para o debate, quatro são religiosos. Integram a lista três pastores, além de Feliciano, e uma missionária. A sociedade deve ficar alerta a esse debate. Foi a partir deste tipo de “debate” que, no final de 2013, a Câmara Federal levantou a discussão da cura gay. De fato, é preciso ficar alerta para que o estado não regrida no tratamento dados aos homossexuais, e, claro, às mulheres.
O debate na Câmara foi sugerido pelo deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que acredita, como informa a Agência Câmara, que “as pessoas que deixaram a homossexualidade sofriam preconceito e discriminação enquanto homossexuais, e, após a mudança de orientação e/ou condição sexual, passam a sofrer duplo preconceito”. O deputado quer garantir que “ex-gays” (ou seriam bissexuais?) tenham proteção do estado, já que seriam vítimas de preconceito e, agora, reintegradas ao mundo da heterossexualidade, merecem ser incluídas no arcabouço jurídico do país.
Dos oito convidados para o debate, quatro são religiosos. Integram a lista três pastores, além de Feliciano, e uma missionária. A sociedade deve ficar alerta a esse debate. Foi a partir deste tipo de “debate” que, no final de 2013, a Câmara Federal levantou a discussão da cura gay. De fato, é preciso ficar alerta para que o estado não regrida no tratamento dados aos homossexuais, e, claro, às mulheres.

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